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A Sony coloca no mercado mais uma representante de sua linha de câmeras mirrorless. A A6400 é, no que diz respeito à qualidade de imagem, mais do mesmo. Não é a câmera mais simples, mas também não é a mais impressionante. O equipamento é composto por um sensor CMOS APS-C Exmor de 24,2 megapixels comandado por um processador BIONZ X de última geração. Esse conjunto permite, por exemplo, que a câmera alcance o ISO nativo de  32000, sendo expansível até 102.400. E isso não é pouca coisa. A câmera também consegue fazer um disparo contínuo de 11 quadros por segundo com o obturador mecânico ou 8 fotos por segundo no modo silencioso. O total de fotos que podem ser gravadas no modo contínuo são 116 quadros em JPEG ou 46 quadros em RAW. Uma boa pedida para quem precisa de uma câmera rápida.

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Eu utilizo o Adobe Lightroom desde a primeira versão. Deixar de usar o Photoshop e passar para o novo aplicativo foi bem complicado. O período de adaptação foi lento e não existia curso ou vídeo aulas no youtube para ajudar o fotógrafo. Foi tudo meio que na raça. Mas, valeu a pena. O programa trouxe agilidade para o processo de edição e foi esse o motivo para muitos fotógrafos aderirem de vez aos arquivos RAW. Editar 5 mil fotos de um evento já não era tão traumático assim e os fotógrafos conseguiram diminuir drasticamente o tempo de edição.

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Eu conheci o Rhapsody of Fire em 1997. Estava na faculdade e naquela época só havia duas maneiras de conhecer bandas novas aqui no interior paulista. Uma delas era lendo uma revista especializada no assunto (haviam algumas sendo publicadas naquele ano) e a outra era ir até uma loja de discos (sim, elas existiram) e torcer para ter alguns lançamentos bacanas. Eu visitava a loja de discos uma vez por mês e tive a sorte de ter lido sobre a banda e achar o seu disco de estreia na banca de discos.

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Antes de falar desse cartão da Lexar, apenas uma pequena introdução. Uma coisa não vai mudar dentro da fotografia digital (e acho que em todos os aspectos dos arquivos digitais): sempre vamos precisar de mais espaço de armazenamento. Quando comprei minha primeira câmera digital, uma Sony Mavica, a unidade de armazenamento era um disquete de 1MB. Com essa mídia era possível armazenar 11 fotos. Já era uma coisa incrível, e para uma saidinha era necessário apenas uma caixa de disquetes. Depois dessa câmera comprei uma Sony Cybershot P71 e a necessidade de um cartão de memória de 256MB se tornou real. Me lembro como foi incrível saber que em um cartão de memória tão pequeno eu poderia armazenar a incrível quantidade de 256MB de informação.

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O mundo está dominado pelos super-heróis. Tudo bem que isso é culpa da Marvel e seu universo cinematográfico. Até o lançamento do primeiro filme do Homem de Ferro (2008), tínhamos poucas experiências positivas de super-heróis no cinema. Eram exemplos pontuais, como a primeira série de filmes dos X-Men, Batman Begins e os filmes do Blade (que muitos nem sabiam que era uma história em quadrinhos). Com o sucesso de um universo cinematográfico Marvel coeso e bem construído, as portas para outras produções foram abertas.

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