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Judas Priest – Painkiller 28 anos depois

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E hoje, no dia 03 de setembro de 2018, o álbum Painkiller do Judas Priest comemora 28 anos de lançamento. Olha que isso não é pouca coisa. O álbum, 12º da carreira da banda, foi colocado nas prateleiras do mundo inteiro em 1990. Esse disco marca a entrada do baterista  Scott Travis e também foi o último disco do vocalista  Rob Halford como frontman da banda. Ele só voltaria para o grupo 15 anos depois para gravar o disco Angel of Retribution

O álbum foi gravado na França no começo do ano de 1990 e mixado na Holanda. Porém o seu lançamento foi atrasado por conta de um rolo jurídico envolvendo a banda. O grupo foi acusado de colocar mensagens subliminares em seus discos que levaram dois jovens de  Reno, Nevada, a tentarem o suicídio em dezembro de 1985. O julgamento foi marcado para julho de 1990 e a banda resolveu esperar o fim do processo para poder lançar o novo disco.

Pode parecer loucura, mas nos anos 80 e 90 muitas bandas e cantores foram acusados de rechear os seus discos com mensagens ocultas e adorações ao Diabo. Ozzy Osbourne foi um deles e, no Brasil, até a Xuxa, a rainha dos baixinhos, também foi acusada de se valer de mensagens ao tinhoso para vender seus discos.

Painkiller foi lançado em CD, LP e K7 e teve uma recepção muito positiva. Alguns fãs mais tradicionais da banda não gostaram da sonoridade mais voltada para o metal americano, mas no geral as críticas foram muito boas. O álbum ganhou disco de ouro nos Estados Unidos e no Canadá e foi indicado ao  Grammy de melhor performance de Metal, onde perdeu para o Metallica e seu cover do Queen "Stone Cold Crazy". As vendas mundiais alcançaram 2 milhões de cópias em todo o mundo. Em 2001 foi lançada uma versão remasterizada contendo a gravação ao vivo de "Leather Rebel" e uma canção inédita, "Living Bad Dreams".

O Painkiller é um disco que mantenho muito vivo em minha mente. Foi um dos primeiros discos de vinil que comprei (usado) e me abril a mente para um tipo de música rápida, estridente e com guitarras afiadíssimas. A música título é uma pancada que rendeu um vídeo clipe muito bacana. Fora ela temos a incrível Hell Patrol, a bem construída A Touch of Evil e a fodástica One Shot of Glory. O disco inteiro é uma viagem ao Heavy Metal dos anos 80 e vale a pena você ter em sua discoteca.

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